UMA ABORDAGEM ACERCA DO AMBIENTE EM QUE O HIPERTEXTO SE MANIFESTA
UM MECANISMO QUE ULTRAPASSA OS LIMITES DIGITAIS
Palabras clave:
hipertexto, links, complexidade, banco de dados, ambienteResumen
Por muitos anos fomos condicionados a entender a leitura como algo linear, seguindo uma sequência preestabelecida pelo autor, sem interferência alguma do leitor, todavia, com o passar dos anos, e os avanços nos estudos no campo da linguística, a sociedade passou a enxergar a leitura por um viés mais cognitivo, de uma forma mais dinâmico - quase que transformando o leitor em um coautor -, permitindo que este, possa fazer links durante uma leitura, alimentando assim, ainda mais sua curiosidade e interesse; dessa forma nos deparamos com os hipertextos, sendo este um mecanismo indispensável em nosso meio, o qual surge como um ampliador de informação. A partir dessa perspectiva, levantamos um debate a respeito do ambiente em que o hipertexto se apresenta, partindo do princípio que sua funcionalidade depende de um leitor e a carga intencional do mesmo, e assim podendo existir também no campo real e não apenas no âmbito digital; para tanto, o foco da análise desta pesquisa, centraliza-se a partir de um estudo analítico, sobretudo interpretativo, de acordo com a representação do Hipertexto, juntamente com sua funcionalidade e conceitos. Para tanto, usaremos como fonte de apoio para nossa pesquisa, Koch (2005), Marcushi (2005) (1999), Bairon (1995) entre outros.
Citas
BAIRON, S. Multimídia. São Paulo: Global, 1995.
KOCH, I. G. V. A construção de sentidos no hipertexto: demandas linguísticas e cognitivas. In: Encontro nacional sobre hipertexto, 1, 2005, Recife.
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro, Editora 34, 1993.
LÉVY, Pierre. O que é virtual. São Paulo: ED. 34, 1996.
LOURENÇO, Luis. Proddigital. Entenda o que é hiperlink: como pode ser usado, onde e como usar. 2020. Disponível em https://proddigital.com.br/tecnologia/hiperlink. Acesso em: 29 set. 2021.
MARCUSCHI, L. A. Linearização, cognição e referência: o desafio do hipertexto. Línguas e Instrumentos Linguísticos, n.3, p.21-45, 1999. Campinas – SP.
MARCUSCHI, L. A. Heráclito e o hipertexto: o logos do hipertexto e a harmonia do oculto. In: Encontro nacional sobre hipertexto, 1, 2005, Recife.
NELSON, T. H. Opening hypertext: a memoir. In: TUMAN, M. C. (Ed.). Literacy online. Pittsburg: Universit of Pittsburg Press, 1992. p.43-57.
REZENDE, A. M. G. Hipertexto: tramas e trilhas de um conceito contemporâneo. Informação e Sociedade: Estudos, v. 10 n.1 2000, n. 1, 2000. Disponível em http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/92910. Acesso em: 29 set. 2021.
SIGNIFICADO DE HD. Significados Tecnologia. 2020. Disponível em https://www.significados.com.br/hd/. Acesso em: 29 set. 2021.
SOUSA, Ivan. Banco de dados: saiba o que é, os tipos e a importância para o site da sua empresa. Rock conectent. 2020. Disponível em https://rockcontent.com/br/blog/banco-de-dados/. Acesso em: 30 ago. 2021.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Categorías
Licencia
Derechos de autor 2021 Maria Dayane Lima Miranda, Sangela Lígia Camilo da Silva

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Este é um artigo em acesso aberto que permite o uso irrestrito, a distribuição e reprodução em qualquer meio desde que o artigo original seja devidamente citado.